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quinta-feira, 17 de abril de 2014 Política | 06:00

Projeto da cobertura do Morumbi tem só três meses para vingar

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Oposição é contra a construção da arena para 25 mil pessoas por considerá-la cara

A manobra da oposição são-paulina, que abriu mão da candidatura de Kalil Rocha Abdalla à presidência e impediu, assim, a aprovação da cobertura do Morumbi, vai testar a habilidade política de Carlos Miguel Aidar, empossado ontem mesmo como sucessor de Juvenal Juvêncio.

Isso porque o São Paulo só tem até 15 de julho para levantar os R$ 560 milhões que garantirão a obra. Essa é a data limite para o fundo que foi constituído na CVM (Comissão de Valores Mobiliários). “Caso contrário, teremos de criar um novo fundo, o que demandará mais alguns anos”, explica o diretor jurídico do Tricolor, Leonardo Serafim.

Depois de duas tentativas fracassadas da situação em aprovar a cobertura, só resta à diretoria mudar o estatuto do clube. A proposta será de que apenas 50% dos presentes sejam suficientes para avalizar a cobertura — hoje, são necessários 75%. “Vamos levar, no mínimo, mais uns dois meses para percorrer todo esse trâmite”, lamenta Serafim. “E restará só um mês para levantar o dinheiro.”

Desertores
Antes mesmo de abrir mão da candidatura, Kalil já contabilizava 12 conselheiros que haviam traído a oposição para votar em Aidar, em troca de cargos na próxima diretoria.

Consenso zero
A última decisão de Juvenal Juvêncio como presidente tricolor caiu como uma bomba no Conselho Deliberativo. Ele mandou Adalberto Baptista para representar o São Paulo na eleição da CBF.

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quarta-feira, 16 de abril de 2014 No Diário de S. Paulo | 23:11

Coluna desta quarta-feira

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Política | 17:06

Kalil desiste de candidatura à presidência do São Paulo

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Kalil Rocha Abdalla não concordou com manobra da situação para votar a cobertura hoje

* atualizada às 20h07

Kalil Rocha Abdalla anunciará por volta das 18h30 que abrirá mão de sua candidatura à eleição para a presidência do Tricolor. Desta maneira, Carlos Miguel Aidar não terá concorrente e será declarado o sucessor de Juvenal Juvêncio – a votação está prevista para começar às 19h, no Morumbi.

A decisão de retirar a chapa foi tomada na noite de ontem, a fim de evitar a aprovação da construção da cobertura do Morumbi e da arena para 25 mil pessoas. Explica-se: sem a candidatura de Kalil, poucos conselheiros da oposição aparecerão para votar. Assim, não haverá quórum e o projeto será novamente engavetado.

“Não se trata de boicote, mas de protesto”, justifica Kalil. “Não podemos aprovar uma obra de mais de R$ 500 milhões assim, sem discussão, goela abaixo. Sem contar que esse projeto faz o São Paulo deixar de ser dono do Morumbi pelos próximos 20 anos”, disse o opositor, em entrevista ao Blog dias atrás.

Para a cobertura sair do papel, seria necessária a aprovação de pelo menos metade, mais um, dos votos dos presentes. Isso, é claro, se pelo menos 75% dos conselheiros estivessem presentes.

Hoje, 234 conselheiros, entre vitalícios e recém-eleitos, têm condição de votar. Desta maneira, o grupo de Juvenal Juvêncio precisaria de pelo menos 175 pessoas assinando a lista de presença. Com a desistência de Kalil, há a convicção de que não haverá quórum.

* Kalil chegou ao Morumbi por volta das 19h e confirmou sua desistência. Ele entregou uma carta a todos explicando os motivos da desistência. Abaixo, você confere o texto.

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Futebol | 14:15

Presidente do Santos descarta renovação do contrato de Léo

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Léo só pode fazer mais duas partidas com a camisa do Santos antes de se despedir do clube

Jogador mais vitorioso da história do Santos após a Era Pelé, o lateral-esquerdo Léo encerra seu ciclo na Vila Belmiro no próximo dia 30. Quem garante é o presidente Odílio Rodrigues, que rejeitou a possibilidade de prorrogar o contrato do jogador, a 14 dias do fim.

“Respeitamos muito tudo o que o Léo representou para o Santos, mas o contrato termina e ele não tem como continuar”, afirmou Odílio, pondo fim a qualquer esperança do lateral, que havia dito no domingo que sonhava em jogar até dezembro.

“A história do Léo é maravilhosa, ninguém nega. Mas faz parte do futebol”, acrescentou o presidente santista.

Aos 38 anos, Léo só poderá disputar mais duas partidas até o fim do contrato – contra o Sport, no domingo, e diante do Coritiba, no sábado seguinte, ambas pelo Brasileirão. Resta saber se o técnico Oswaldo de Oliveira dará chance ao veterano.

Léo foi utilizado uma única vez neste ano, quando o Peixe entrou com o time reserva para enfrentar o Mixto, no jogo de ida da primeira fase da Copa do Brasil. Ele não está entre os 22 relacionados para o confronto desta noite, novamente contra o Mixto, na Vila Belmiro.

“Eu não penso em jogo de despedida, não. Detesto essas coisas”, disse Léo, pouco antes do duelo final do Paulistão contra o Ituano, no último domingo.

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Futebol | 11:00

As melhores e as piores frases da era Juvenal Juvêncio

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Presidente colecionou inimigos e fãs em seus oito anos à frente do São Paulo

Juvenal Juvêncio se despede hoje da presidência do São Paulo após oito anos e três mandatos. Foram três títulos brasileiros, uma Copa Sul-Americana, várias confusões e inúmeras frases fortes, hilárias e inusitadas. Goste ou não do dirigente, o futebol brasileiro perde um de seus melhores frasistas. Confira algumas delas:

“Como faz para chegar lá no estádio em Itaquera? A Angela Merkel vai ter de sair de lá em um carro de bombeiro”
Cornetando a localização da arena corintiana, usando o exemplo da chanceler alemã

“O problema do Andrés (Sanchez) é o mobral inconcluso. Quando concluir isso, vai dar uma melhorada. Ele precisa estudar um pouco mais”
Esbravejando contra o ex-presidente corintiano, com quem trocou publicamente diversas farpas

“O Ricardo (Teixeira) não gosta de futebol, não sabe nem o nome dos jogadores. Sequer sabe que jogador transpira. Quando li que ele estava vendendo a fazenda, vendendo gado, logo pensei: a vaca dele foi para o brejo”
Em ataque ao ex-presidente da CBF, a quem culpa pela exclusão do Morumbi da Copa do Mundo

“Não se pode nem chamar aquilo de estádio. É uma arapuca… uma arapuca! Você tem que atravessar no meio da torcida adversária, uma coisa maluca”
Detonando o estádio Indpendência às vésperas de um jogo contra o Atlético-MG

“Se você promete Coca-Cola, não entregue Guaraná”
Sobre a melhor forma de conquistar a confiança dos jogadores de futebol

“Dividir taça é igual dividir mulher… não existe”
A respeito da disputa com o Flamengo pela Taça das Bolinhas, troféu criado para o primeiro clube campeão brasileiro por três vezes seguidas ou cinco alternadas

“O grande problema é que 99% dos dirigentes não entendem nada de futebol. Eu estou no 1% que entende”
Sem medo de detonar seus parceiros de atividade

“Nunca escalei jogador. Só sugeri”
Negando, mas não muito, que interferiu nas escalações durante sua gestão

“O Leão precisa arranjar um emprego logo”
Respondendo ao treinador, que havia sugerido que ele copiasse o Papa Bento XVI e renunciasse ao cargo

“O Adriano pensa melhor com os pés do que com a cabeça”
Sobre a dificuldade do atacante em fazer sua carreira decolar

“O presidente de clube de futebol precisa ter muito juízo. Mas precisa, sobretudo, rezar, porque, se não rezar, morre”
Inconformado com a dificuldade de pagar altos salários a jogadores e técnicos

“Os atletas ganham e os cartolas perdem. Essa é a dinâmica desde a princesa Isabel”
Sem aceitar a culpa pela má fase do Tricolor, que lutou contra o rebaixamento no Brasileiro de 2013

“Pago bicho ao vivo e a cores, no vestiário, logo depois do jogo. Já teve vez que era tanto dinheiro que os jogadores não conseguiam nem colocar no bolso”
Sobre seu hábito de pagar os prêmios por vitória minutos após as partidas

“Há uma carência de técnicos no Brasil. Quando o cidadão é bom técnico, peca por outras coisas. E vocês sabem do que eu estou falando”
Durante a apresentação do técnico Paulo Autuori

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Copa do Mundo | 01:25

Fifa chegou a trocar São Paulo por Brasília para abrir a Copa

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Se perdesse o jogo inaugural, Arena Corinthians ficaria sem os R$ 420 milhões dos CIDs

O estádio do Corinthians esteve, por alguns minutos, excluído da abertura da Copa do Mundo. Isso ocorreu em 14 de março, quando o secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, se encontrou com Andrés Sanchez.

O francês comunicou que levaria o jogo inaugural do Mundial para Brasília, porque o Corinthians se negava a pagar as estruturas temporárias, com custo de R$ 60 milhões.

Restaria à Arena Corinthians receber os outros cinco jogos, que não exigiam uma série de mudanças no estádio, como a criação de um setor com quatro mil lugares para a imprensa, um elevador exclusivo para levar os dirigentes da Fifa e os chefes de estado.

Andrés levou um susto com a afirmação de Valcke. Afinal, o clube só tem direito aos R$ 420 milhões dos CIDs (Certificado de Incentivo ao Desenvolvimento) se receber o jogo de abertura do Mundial.

Na mesma hora, o ex-presidente corintiano garantiu a Valcke que o Corinthians assumiria os gastos. No dia seguinte, ratificou a promessa em entrevista para dezenas de jornalistas, durante o primeiro treino alvinegro no novo estádio.

Voz única
Ontem, durante a cerimônia que marcou a entrega das “chaves” do estádio ao Corinthians, uma cena chamou a atenção: a primeira pergunta da entrevista foi para Mario Gobbi, mas Andrés Sanchez se antecipou e respondeu pelo atual presidente corintiano.

Quem?
Tanto Andrés Sanchez quanto Mario Gobbi erraram o nome de Nádia Campeão todas as vezes em que se referiram à vice-prefeita, ontem. A dupla a chamou de Nádia Campeã.

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terça-feira, 15 de abril de 2014 No Diário de S. Paulo | 21:30

Coluna desta terça-feira

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Campeonato Paulista | 19:53

Lateral campeão pelo Ituano ficou dois anos desempregado

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Dick disputou 18 jogos do Ituano ao longo do Campeonato Paulista, sempre como titular

Poucos jogadores do Ituano festejaram tanto o título do Campeonato Paulista quanto o lateral-direito Dick. O motivo: ele viveu recentemente o lado mais triste do futebol, quando ficou desempregado, entre 2010 e 2012.

“Tinha acabado meu contrato com o América-RN e fui para casa, esperando aparecer alguma coisa. O tempo passou, passou, passou… e nada do meu telefone tocar. Com isso, se passaram dois anos”, revela Dick.

Sem dinheiro e perspectiva, o lateral praticamente acabou com todas as suas economias durante o período. O recomeço se deu no modesto Rio Branco, do Paraná. Ele ainda passou por Marcílio Dias, Cabofriense e Caxias até chegar ao Ituano, para a disputa do Paulistão deste ano.

Hoje, com 30 anos de idade, Dick sonha com um bom contrato, para tentar colocar as contas em dia e fazer um pé de meia. Seu contrato com o Ituano terminará nesta noite e ele está livre para assinar com quem fizer a melhor proposta.

Luiz Henrique Almeida de Lima ganhou o apelido por ser parecido com o personagem Dick Vigarista do conhecido desenho animado “Corrida Maluca”.

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Futebol | 14:54

Após provocação, Felipe revela vascaínos na família

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fabiano

Felipe exibe faixa no Maracanã zombando o Vasco por nova derrota em decisão

Em meio à festa pelo título do Campeonato Carioca, o goleiro Felipe não poupou nas provocações ao Vasco. O flamenguista chegou a dizer que o rival parecia estar disputando o Paulistão, pelo longo jejum de títulos no Rio. Declarou ainda que ganhar roubado é mais gostoso. Mesmo de cabeça mais fria, Felipe manteve o tom gozador e admitiu ao Blog estar cercado de vascaínos em casa, na família e na roda de amigos.

BLOG_ A declaração de que o Vasco parece disputar o Paulistão há dez anos, porque não ganha o Carioca lhe causou dor de cabeça?
FELIPE_ Até que não. Tem uns mal intencionados que levam para o lado pessoal, mas, no geral, as pessoas entendem. Até porque, se o Flamengo perdesse, todo mundo estaria me zoando até agora. Não perderia a chance.

Você conhece muitos vascaínos?
Um monte, a começar na família. Meu sogro Márcio é vascaíno doente, de ir em estádio e tudo. Meu tio Guilherme também, inclusive, estava no Maracanã no domingo. Tem também minha sogra Eliane e vários amigos dos tempos de infância.

O sogro engoliu a brincadeira?
Para falar a verdade, ainda não falei com ele (risos). Mas a sogra já mandou mensagem parabenizando pelo título.

E no meio do futebol. Como repercutiu?
O Douglas, com quem joguei no Corinthians, veio dizer que eu estava ficando maluco. Mas ele entendeu. Somos muito amigos desde a época em que éramos companheiros em São Paulo. Depois que eu saí do Corinthians, ele até foi morar no meu apartamento.

Arrepende-se de ter dito que ganhar roubado é mais gostoso?
Não me arrependo, mas as pessoas precisam entender que respondi de supetão. Estava saindo do campo e o repórter veio falar que a gente tinha ganhado roubado. Aí, a primeira coisa que me veio à cabeça foi isso.

Tem muita gente condenando-o.
É. Escutei. Alguns querem culpar o que acontece no Congresso, na Câmara e em outras esferas políticas a mim. Não tem nada a ver. Isso aqui é futebol.

O título carioca ameniza a dor pela eliminação na Libertadores?
Eu não acho. Precisávamos pelo menos ter passado para o mata-mata na Libertadores. Ficou bem ruim ter sido eliminado logo na primeira fase. Seria ainda pior se a gente tivesse perdido o Carioca para o Vasco.

Por que o Flamengo foi tão mal na Libertadores?
Acho que nosso estilo de jogo não encaixou com o espírito da Libertadores. Perdemos pontos bobos em casa, fora… Sem contar que o time é novo, com bastante gente que nunca tinha disputado essa competição. Agora é pensar para frente.

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Política | 06:00

Voto para eleição no São Paulo pode valer até R$ 50 mil

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Kalil (à esquerda) concorre pela oposição, enquanto Aidar, de amarelo, é da situação

Vale tudo na briga para vencer a eleição presidencial do São Paulo, marcada para amanhã. Inclusive, comprar votos. Os dois candidatos, Carlos Miguel Aidar e Kalil Rocha Abdalla, admitem que conhecem a prática, mas asseguram que não participaram de qualquer negociação.

Há pelo menos dez conselheiros vitalícios que não estão com o grupo da situação nem com o da oposição. E alguns deles já colocaram os votos à venda. A coluna ouviu de um vitalício que uma das negociações havia sido fechada em R$ 30 mil. “Esse valor deveria ser antigamente. Hoje é muito mais”, avalia Kalil.

Candidato de Juvenal, Aidar calcula ter pelo menos 20 votos a mais que Kalil. A matemática da oposição diz em uma diferença de no máximo cinco vitalícios.

“Eu não preciso de dinheiro para comprar voto. Mas reconheço que alguns pedem cargos em diretoria para ficar do nosso lado”, afirma Aidar, que já foi presidente do Tricolor entre 1984 e 88.

Vira-casaca
Depois de sair vitorioso na eleição dos sócios, Carlos Miguel Aidar garante já ter sido procurado por três conselheiros que estavam com a oposição. “Eles querem ficar com o lado que ganha”, explica.

Palmeirense?
A oposição tricolor garante que o assessor de Aidar preso por atirar lata no rosto da secretária de Kalil, no dia 5, torce pelo Palmeiras. “O que ele estava fazendo na eleição para sócios, se é palmeirense”, indaga um comunicado de Kalil.

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