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quarta-feira, 30 de julho de 2014 Campeonato Brasileiro | 06:00

‘Mina de ouro’ da Arena Corinthians, setor oeste só recebeu 19 mil pessoas em cinco partidas

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O setor oeste da Arena Corinthians sempre foi tratado pela diretoria alvinegra como a galinha dos ovos de ouro do estádio. É nesse prédio, com capacidade para pouco mais de 14 mil pessoas, que estão os ingressos mais caros, os camarotes…

Porém, nos cinco primeiros jogos do Timão em sua nova casa, o setor só encheu uma vez — isso porque a
capacidade momentânea do local está reduzida pela metade, já que as estruturas temporárias utilizadas na Copa ainda não foram retiradas.

Nem o clássico contra o Palmeiras foi suficiente para lotar o setor oeste. Pelo contrário. Entre os 31.031 pagantes, apenas 3.155 (pouco mais de 10%) estavam nos assentos reservados aos abonados.

Algo que se repetiu diante do Internacional (4.016 pessoas) e do Botafogo (3.589). Já contra o Bahia, foram míseros 1.450 torcedores. O melhor resultado foi visto na partida inaugural da arena, quando 7.342 alvinegros marcaram presença.

Na somatória dos públicos, o lado oeste recebeu apenas 19.552 pessoas desde a abertura do estádio — o preço dos ingressos por ali variou de R$ 125 a R$ 400. Nos demais setores, a Arena Corinthians contou com 104.498 torcedores.

Em análise – O Palmeiras solicitou e já recebeu do Corinthians as imagens das câmeras internas do Itaquerão. A ideia é identificar os responsáveis por quebrar as cadeiras do estádio e obrigá-los a arcar com o prejuízo.

es - arena - foto rodrigo coca

Setor oeste (à direita) recebeu apenas 1.450 pessoas diante do Bahia

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terça-feira, 29 de julho de 2014 No Diário de S. Paulo | 21:00

Coluna de terça-feira

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Política | 19:34

Romário é tratado pelos clubes como maior inimigo do Proforte

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As orelhas de Romário certamente ficaram quentes nesta segunda-feira, enquanto os representantes de todos os clubes das Séries A e B do Brasileiro se reuniram na sede da CBF para conhecer detalhes do Proforte, como é conhecido o projeto de lei que trata do refinanciamento das dívidas dos clubes brasileiros.

O Baixinho virou alvo de citações e críticas porque é um dos maiores críticos da “facilitação” oferecida pelo governo aos times. Uma comissão composta por cinco deputados, que participou da reunião, apontou o ex-artilheiro como problema para a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal – a votação deve ocorrer em breve.

Neste momento, o presidente vascaíno Roberto Dinamite chegou a pedir a palavra. “O Romário pode ser contra o Proforte, mas o Vasco é a favor. Precisamos desse projeto para colocar as contas dos clubes em dia”, avaliou o dirigente.

Caso seja aprovada, a Lei de Responsabilidade Fiscal garantirá um respiro financeiro aos dirigentes no primeiro momento, mas criará uma série de medidas punitivas para aqueles que voltarem a ser devedores.

Entre as possibilidades, estão a perda de pontos por atrasos nos salários dos jogadores e até a exclusão de campeonatos aos clubes que não tiverem as Certidões Negativas de Débito.

Romário é deputado federal e faz lobby contra a aprovação do Proforte

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Outros esportes | 14:52

Schumacher está sendo processado por empresa brasileira

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O nome do de Michael Schumacher foi parar nos tribunais brasileiros. A Supertruck do Brasil Acessórios e Equipamentos Ltda está processando a Fiat e o heptacampeão mundial de Fórmula 1 por uso indevido do nome do alemão no carro Stilo Michael Schumacher (leia a ação abaixo).

O veículo foi produzido em 2004 em edição limitada. Em sua defesa, a Fiat alega que resolveu criar a linha para homenagear o piloto e que firmou contrato de uso de direitos de propriedade industrial com a empresa que representa Schumacher.

O alemão, por sua vez, já protocolou defesa por meio do advogado Juliano Tetto, do escritório Tetto, Macedo, Mees & Tisi, responsável por assuntos relacionados a ele no Brasil, na Vara Cível de Betim, em Minas Gerais.

Schumacher segue em recuperação do acidente sofrido enquanto esquiava, em dezembro de 2013. Ele deixou o coma no mês passado e foi levado para uma clínica hospitalar em Lausanne, na Suíça. Desde o início da semana, o ex-piloto ainda consegue se comunicar com a família por meio dos olhos.

A expectativa é de que ele tenha alta e possa voltar para casa nos próximos dias, de acordo com a imprensa suíça. Enquanto isso, sua esposa, Corrina Schumacher, tenta vender o avião da família por R$ 60 milhões para pagar os custos do tratamento.

O jato, um Falcon 2000 EX, foi adquirido por R$ 75 milhões e carrega as iniciais de Schumacher na parte traseira da fuselagem.

Schumacher sofreu acidente sério de esqui em dezembro e só saiu do coma em junho

Schumacher sofreu acidente sério de esqui em dezembro e só saiu do coma em junho

O que alega a responsável pela ação:

“A Supertruck do Brasil Acessórios e Equipamentos Ltda propôs medida judicial contra a Fiat e Michael Schumacher alegando em síntese: a) que a FIAT deve ser condenada por infração ao seu direito marcário, eis que configurada a prática de concorrência desleal e desvio de clientela, além da composição de perdas e danos em ressarcimento aos prejuízos morais causados à autora e à sua marca, bem como aos prejuízos materiais pelo uso indevido da marca, com o ressarcimento de quantia a título de royalties incidentes pelo uso da marca, nos termos do artigo 210, da Lei 9.279/1996; b) que a autora que é a legítima titular do registro da marca “SCHUMACHER”, legalmente registrada no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) com Certificado de Registro nº 816901525 concedido para assinalar os produtos das classes 7 : 10 – 25 – 60 (7: máquinas, equipamentos, dispositivos e veículos de transporte, içamento, rebocamento, armazenagem, bem como matrizes industriais; 10: máquinas, equipamentos e dispositivos industriais em geral; 25: veículos e implementos rodoviários; 60: partes, componentes e acessórios de máquinas, veículos, implementos, dispositivos e meios de transporte); c) que a ré, sem qualquer licença ou autorização, valeu-se da marca “SCHUMACHER”, para caracterizar veículo de sua fabricação; d) que a autora sofreu prejuízos emergentes e lucros cessantes, e obteve enriquecimento ilícito pela prática de violação de direito marcário, resultando ainda na concorrência parasitária e no desvio de clientela.”

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Mercado | 06:00

‘Valdivia quer comissão para o pai’, revela palmeirense

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Um dos maiores interessados na venda de Valdivia para o Al Fujairah, Osório Furlan Junior diz ter a explicação para o risco de o negócio ser desfeito. “O Valdivia apareceu na última hora exigindo uma comissão para o pai dele”, acusa o conselheiro alviverde, dono de 36% dos direitos econômicos do chileno.

O clube árabe já havia concordado em pagar R$ 16,6 milhões ao Palmeiras e a Furlan pela transação, além de R$ 6 milhões ao Al Ain pela multa prevista para o retorno do chileno aos Emirados Árabes — o valor, em teoria, caberia ao Palmeiras.

“Os árabes ficaram furiosos com o novo gasto e ameaçaram desistir”, acrescenta Furlan. A compra de Valdivia pelo Verdão em 2010 esteve ameaçada pelo mesmo motivo. “Foi para não pagar comissão que o Palmeiras deu 10% dos direitos econômicos ao pai dele na oportunidade”, relembra o conselheiro.

A assessoria de Valdivia confirmou que é seu Luis Valdivia, pai do meia, quem conduz a negociação com os árabes, mas não sabe se houve realmente um pedido de comissão.

Já o Palmeiras foi avisado ontem de que o Al Fujairah e o pai de Valdivia seguem conversando diariamente e um acerto está bem próximo. Enquanto isso, o meia curte férias com a família nos Estados Unidos.

O Al Fujairah se dispôs a pagar pela compra de Valdivia em cinco parcelas de R$ 3,3 milhões, cada. A primeira à vista e a segunda em dezembro.

Fora do negócio
Apesar de ter procuração de Valdivia, Wagner Ribeiro não participou da transferência para o clube árabe. O agente estava trabalhando em busca de interessados na Europa.

Valdivia chegou a ser apresentado como atleta do Al Fujairah

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segunda-feira, 28 de julho de 2014 No Diário de S. Paulo | 21:00

Coluna de segunda-feira

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Campeonato Brasileiro | 16:58

Palmeirenses quebraram 258 cadeiras na Arena Corinthians e prejuízo ultrapassa os R$ 45 mil

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A passagem da torcida palmeirense pela Arena Corinthians no clássico deste domingo causou a quebra de 258 cadeiras. O número foi confirmado há instantes pelo Corinthians, que realizou na tarde desta segunda-feira uma vistoria no estádio – um representante do Palmeiras também esteve no local e conferiu o resultado da depredação.

Levando em conta que a torcida do Palmeiras teve direito a 2.106 ingressos, pode se constatar que mais de 12% das cadeiras a que teve direito foram danificadas. Nos demais setores, de corintianos, houve apenas deslocamento de algumas cadeiras, que serão consertadas pela própria equipe de manutenção.

O custo médio de cada assento é de R$ 175,00. Desta maneira, o presidente palmeirense Paulo Nobre ficará responsável por pagar R$ 45.150. “Estamos terminando de levantar os custos para enviar a nota para o Palmeiras”, afirmou um funcionário alvinegro.

Além das cadeiras, o Timão ainda constatou a quebra de um secador de mão do banheiro dos visitantes, que também entrará na conta a ser remetida ao Palestra Itália.

Apesar do estrago, os palmeirenses não foram os que mais causaram prejuízo na Arena Corinthians. O recorde pertence aos argentinos, responsáveis por destruir 282 cadeiras na vitória de Messi e companhia por 1 a 0 sobre a Suíça, nas oitavas de final da Copa do Mundo.

Setor de cadeiras destinado à torcida do Palmeiras ficou bastante danificado

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Política | 11:21

Presidentes de Palmeiras e São Paulo seguem em pé de guerra

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Lá se vão três meses desde que o Palmeiras anunciou a saída de Alan Kardec, mas as feridas por sua transferência para o São Paulo ainda não foram cicatrizadas. Tanto que o presidente alviverde Paulo Nobre e o tricolor Carlos Miguel Aidar seguem sem se falar desde a ocasião.

“Tenho tentado um encontro entre eles para aparar as arestas, mas está difícil”, reconhece o diretor-executivo do G4 Paulista, José Carlos Peres. “O Aidar disse que até topa, mas o Paulo ainda parece magoado com tudo o que ocorreu e tem evitado o contato”, revela Peres.

A briga entre os cartolas, que rendeu trocas de acusações e provocações pela imprensa, tem atrapalhado os planos do G4. “Preciso realizar uma reunião com os quatro presidentes dos grandes paulistas para debater uma série de questões.”

Neste domingo, na Arena Corinthians, Nobre fez questão de dar um abraço no corintiano Mario Gobbi antes de a bola rolar.

Assim como Gobbi, o santista Odílio Rodrigues mantém excelente relação com os outros três colegas de cargo, sendo o único problema entre o são-paulino e o palmeirense.

A TROCA DE FARPAS:

“Os clubes estão totalmente desunidos, todo mundo sabe. Com clubes desunidos somos fracos, do que adianta dar um ‘passa moleque’ em alguém se você continua fraco? O que me assusta é um dos mentores do Clube dos 13, que propunha a união entre os clubes, chegar com essa atitude”

Paulo Nobre, presidente do Palmeiras

“Eu queria dizer que a manifestação do presidente Paulo Nobre chega a ser patética e demonstra o tamanho da Sociedade Esportiva Palmeiras, que ano após ano se apequena. O São Paulo em diversas temporadas perdeu vários atletas e não ficou chorando”

Carlos Miguel Aidar, presidente do São Paulo

“O São Paulo foi extremamente antiético, como isso não é um privilégio do Palmeiras. Se você perguntar para outros clubes, vão falar do conceito que tem o São Paulo. Isso é desde a base. Eu já fui consultado por outros presidentes porque eles têm essa prática horrorosa de assediar jogador do adversário”

Paulo Nobre, presidente do Palmeiras

“Eu pergunto onde está falta de ética em fazer proposta por um atleta que não renova, onde a própria Sociedade Esportiva Palmeiras reconhece publicamente que não conseguiu se acertar com o jogador? Time grande briga pela permanência dos seus atletas, não fica chorando”

Carlos Miguel Aidar, presidente do São Paulo

Ida de Alan Kardec do Palmeiras para o São Paulo gerou toda a discórdia

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domingo, 27 de julho de 2014 No Diário de S. Paulo | 21:00

Coluna de domingo

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Campeonato Brasileiro | 13:00

Corinthians e São Paulo brigam por topo do ranking de público

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Se o Cruzeiro disparou na classificação geral do Campeonato Brasileiro, a disputa pelo primeiro lugar do público é bem equilibrada e tem Corinthians e São Paulo nas duas primeiras posições.

O Timão ostenta média de 28.854 pagantes por partida — o público total é de 173.121 pessoas após seis jogos em casa. Já o Tricolor aparece com 27.155 torcedores e 162.932 no acumulado.

Fluminense (21.073) e Internacional (17.730) fecham as quatro primeiras colocações. O Palmeiras é apenas o 12º, com média de 9.833 pagantes, enquanto o Santos aparece como 15º e média de 8.936.

RANKING DE MÉDIA DE PÚBLICO DA SÉRIE A:
1º Corinthians – 28.854 pagantes
2º São Paulo – 27.155
3º Fluminense – 21.073
4º Internacional – 17.730
5º Cruzeiro – 16.417
6º Grêmio – 15.034
7º Sport – 14.601
8º Bahia – 13.609
9º Flamengo – 12.571
10º Chapecoense – 11.042
11º Atlético-MG – 10.412
12º Palmeiras – 9.833
13º Coritiba – 9.659
14º Criciúma – 9.554
15º Santos – 8.936
16º Vitória – 7.308
17º Goiás – 4.943
18º Figueirense – 4.876
19º Botafogo – 3.960
20º Atlético-PR – 3.806

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